O mundo subjetivo

Imagem Ilustrativa – Fonte: Pixabay

Cada ser humano vê o mundo a sua própria maneira.

Essa maneira irá se configurar de acordo como se constituem as relações parentais, o laço inaugural, as leis da linguagem, o meio.

Essas relações deixam escritas. Narrativas que vão compor cada história individual, cada subjetividade.

Tudo o que foi vivido ficará armazenado.

Mas nem sempre disponível.

Estar disponível, é estar ao nível da consciência, se possível, nas condições de representações.

A maioria das vivências se encontrarão armazenadas como forma de traços mnêmicos, na memória, nos afetos idiogênicos, no inconsciente.

Na marca da linguagem. Na falta que possibilita o movimento.

Com vida própria, em uma organização própria, na divisão subjetiva que um ser se constituiu, ou não. Nem todo sujeito é dividido, ou se encontra dividido. Sem divisão não há possibilidades de subjetivação.

Entre a percepção, representação e a compreensão, o pensamento navega.

Em oceanos de afetos, desejos, instintos, pulsões…

Ora mais calmos, ora mais violentos.

O mundo, enquanto humano, sempre é subjetivo.

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